A comunicação
O dinamismo presente na comunicação pode ser comparado ao da evolução humana. A comparação feita é referente ao modo como as pessoas se relacionam uns com os outros. A comunicação se expressa de variadas formas, conforme Moran (http://www.eca.usp.br/prof/moran/l_mudancas.htm) em situações interpessoais, grupais e sociais.
Ao afirmar isto sobre a comunicação é preciso discutir como ela se processa em cada situação. Nas situações (inter)pessoais encontramos a que funciona como elo elemento de conhecimento entre um e outro. E nesse momento separamos o nível da superficialidade e da profundidade. Caso o assunto da comunicação requeira uma distância em termos pessoais, podemos ter a comunicação inautêntica (Moran), e se for o contrário encontramos um processo chamado de autêntico (idem). Ainda nesse processo da comunicação encontramos aquele em que os dialogadores possam estabelecer a verdadeira comunicação pessoal: a do desabafo, aquela que estimula a extravasar, a que podemos considerar mais importante. A sua importância está relacionada no nível em que se encontra o diálogo.
Além desta encontramos também a grupal, cujo nome sugere a sua realização. Nela todos falam, ouvem, estabelecem o diálogo, se ajudam. Talvez seja um momento mais importante da comunicação, embora pareça que esta também se processa na comunicação interpessoal, na grupal ela se difere porque a intenção dela está pautada na diversidade de elementos.
Uma outra forma, não menos interessante é a social. Nesta podemos medir o valor da comunicação, conforme Moran, ela pode ser superficial ou profunda. Para ele a superficial ocorre na exterioridade das coisas, a outra contrariamente. E neste processo que percebemos a autenticidade do que somos do que podemos.
Diante do exposto o que se pode perceber é que não se concebe medir os níveis da comunicação enquanto realizamos o processo, até porque se fizer isto poderá prejudicar o momento da interlocução, uma vez que ela ocorre interpessoal, grupal e social.
Wilson
Licenciado e Bacharelado em Letras/Português pela UNIR - Universidade Federal de Rondônia, Especializado em Gestão e Administração Escolar pela mesma instituição, Cursando Educação Física pela PLATAFORMA FREIRE no Programa PARFOR.
Seja Bem Vindo
Obrigado por me visitar. É um prazer receber tantas pessoas com desejo de ler e conhecer um pouco mais de textos.
segunda-feira, 6 de outubro de 2008
quinta-feira, 18 de setembro de 2008
Em tempos de eleição... vemos cada uma...
Em tempos de eleições, aliás, não sabemos mais quando não é ano eleitoral. Em 2006, para governador, etc., em 2008, prefeito, etc., em 2010, governador, etc., e assim a vida do povo que não suporta tanto barulho, desrespeito e outras do mundo eleitoral vai virando tudo na vida do eleitor. O desrespeito é interessante, oxalá ele existisse. Os candidatos dizem respeitar os eleitores, valorizarão o dinheiro do contribuinte, mas alguém já pediu para você eleitor se podia fazer um barulho chamado comício em frente sua casa? Se alguém pediu e você deixou, paciência, mas se não pediu e muito menos tenha consentido, embora a rua seja pública, mas o seu ouvido, não o é, você acredita em respeito por parte deste candidato?
Mais uma verdade: Como eles, os candidatos, conseguem tanto dinheiro para gastar em tempo eleitoral? Em troca de quê? Depois que estão lá no poder resgatarão este dinheiro, não achas?
Neste país belo, maravilhoso, gostoso de se viver e de um clima inigualável parece que o voto "direito" tem se tornado um "dever", pois há cada indivíduo pedindo o voto com proposta de maluco. Cuidado! Fique de olhos e ouvidos atentos para não cair nesta.
Um grande abraço.
Mais uma verdade: Como eles, os candidatos, conseguem tanto dinheiro para gastar em tempo eleitoral? Em troca de quê? Depois que estão lá no poder resgatarão este dinheiro, não achas?
Neste país belo, maravilhoso, gostoso de se viver e de um clima inigualável parece que o voto "direito" tem se tornado um "dever", pois há cada indivíduo pedindo o voto com proposta de maluco. Cuidado! Fique de olhos e ouvidos atentos para não cair nesta.
Um grande abraço.
terça-feira, 16 de setembro de 2008
Paralisação Nacional
O dia 16 de setembro, 30 dias antes do dia do professor parece realmente ser uma data defintiva para a paralisação nacional por uma educação de qualidade, com professores satisfeitos em termos de salários, carga horária sem escravizar, estrutura e ambiente de trabalhos adequados.
É assim que se espera de toda a sociedade, a compreensão de que toda a categoria está no sofrimento e sem o devido respeito, que já teve.
O respeito por exemplo da aplicação das leis: FUNDEB, PCCS de Rondônia, que fora aprovado em janeiro, mas até agora...
Agradeço sua leitura e sua compreensão.
É assim que se espera de toda a sociedade, a compreensão de que toda a categoria está no sofrimento e sem o devido respeito, que já teve.
O respeito por exemplo da aplicação das leis: FUNDEB, PCCS de Rondônia, que fora aprovado em janeiro, mas até agora...
Agradeço sua leitura e sua compreensão.
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