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Obrigado por me visitar. É um prazer receber tantas pessoas com desejo de ler e conhecer um pouco mais de textos.

segunda-feira, 15 de agosto de 2011

O Curupira (nova versão)

O Curupira (nova versão)

Kassiane Malaquias da Silva

(Aluna do 7º Ano – Turma D da EEEFM Maria Arlete Toledo)


 

Muitas pessoas acham que o Curupira é um ser folclórico que não existe e que fica fazendo armadilhas para os caçadores e turistas da floresta.

Mas o que ninguém sabe é que ele existe e era um menino igual aos outros.

Certo dia um menino muito sapeca, chamado Arnold que vivia aprontando, jogava pedra na janela do vizinho e aprontava na escola.

Então em sua escola a professora disse:

−Arnold! Se você não parar de bagunçar e não melhorar suas notas, vou ser obrigada a te dar um castigo!

Mas Arnold não ligou e continuou com suas aprontas.

E então a professora disse:

− Como castigo você vai ter que me trazer 2 aboboras doce e muito grandes.

Chegando em casa Arnold, jogou a bolsa em sua cama e foi à procura da aboboras que sua professora pediu; procurou, procurou e achou em uma casa muito assustadora, como estava anoitecendo, ele disse:

− Vou embora pra casa, amanhã eu volto para buscar as abóboras.

Mas o que Arnold não sabia é que naquela casa morava era uma bruxa que não gostava que ninguém pegasse as aboboras.

No dia seguinte Arnold foi buscar as aboboras e quando ele estava pegando elas, a bruxa aparece e grita dizendo:

− Como ousa tocar em minhas aboboras?

Arnold com muito medo diz:

− Me desculpe, por favor! Não faça nada comigo, eu não vou voltar mais.

A bruxa disse:

− Não, eu não vou deixar barato. Eu vou te transformar em um horrível garoto.

De repente ele é transformado em um garoto com os cabelos avermelhados e seus pés virados para trás, para aprender a não entrar nas casas dos outros sem permissão.

Arnold, sentindo-se horrível foi embora para a floresta e os caçadores colocaram-lhe o nome de Curupira.



Publicado com autorização do pai.
O trabalho foi realizado a pedido do prof. Wilson

O Homilhão

O Homilhão


Wdanglânes Campos da Silva
(Aluno do 7º Ano D da EEEFM Maria Arlete Toledo)



Era uma vez um homem chamado João Biringote, ele era Rei de Ceráfia. Não se sabe por que, mas gostava muito de destruir as casas dos moradores da cidade.
Uma dia, uma feiticeira que não gostava das coisas que ele fazia, jogou um feitiço em João e a partir daí ele começou a se chamar Homilhão.
O nome ficou esse porque ele ficou parecido com um milho grande e os pés de um pião.
Agora, sempre que ele anda na rua todo mundo ri dele, e o feitiço é para toda a vida, como HOMILHÃO.




Obs.: O texto foi produzido a pedido e orientação do prof. Wilson. A publicação foi autorizada pelo avó do aluno.

segunda-feira, 11 de julho de 2011

A magia do dinheiro público

O nosso país é realmente bonito por natureza e abençoado por Deus e, r... por sei lá o que disfarçado de portador de um cargo político. A eleição vem, o povo vota, o eleito vai e junto a ele também vai o nosso suor. Trabalhamos duramente 5 meses do ano para alimentar esse poço sem fundo, é tanta barbaridade, é tanto cinismo deles que até parece que não somos inteligentes.
O dinheiro gasto em politicagem, gasto em publicidade pessoal desses caras não é aceitável. Só porque construiu 250 casas com o nosso dinheiro, precisa dizer que é o prefeito quem está trabalhando? A festa é patrocinada pela prefeitura precisa agradecer ao prefeito porque fez isso? Ah! Façam-me favor! Vão às favas!
Aqui em Vilhena, melhor, em todo o estado de Rondônia, praticamente todas as obras são realizadas com recursos federais. Se é assim, não é aceitável o discurso de que o prefeito, o governador está fazendo isso ou aquilo.
É tudo revoltantante

É cada uma que a gente vê

Período de festas, principalmente agropecuárias, os "representantes do povo" aparecem por aí. É bom destacar, que aparecem para serem vistos para os próximos pleitos e, principalmente perto deles (os pleitos).
Sem contar que a aparição é feita com os nossos impostos, equivalentes a 5 meses de trabalho durante o ano. Posso chamar isso de covardia? Que bom, é uma exploração descabida, sem um mínimo de vergonha. Puxa, estou revoltado.
A minha revolta se justifica, sabem por quê? O povo trabalha 5 meses para manter a máquina pública, que funciona precariamente. Os deputados, vereadores, governador, presidente, prefeito não estão nem aí para o povo. Quando se dizem preocupados é pura falácia.
Não posso aceitar que utilizem o meu suor para patrocinarem uma festa que preciso pagar até para fazer xixi nela. É prefeitura, é governo do estado (através de emenda parlamentar) injetando dinheiro numa coisa que explora o povo.
Uma festa onde eu não podia sequer entrar com água, tenham dó. Já paguei pela entrada, não posso é levar objetos que ponham em risco a vida de outrem, fora disso, eu sou livre. Ah! Esqueci, apesar de pagar para entrar, é um lugar particular.
Vou polemizar mais um pouco. Se a festa é particular, porque o povo tinha que pagar um pouco a mais para ter polícia lá dentro? Os Militares trabalharam fora de seu expediente normal, por isso receberiam hora-extra.
Outra coisa: dirigir a Aviagro deve ser uma coisa absurda. O presidente dela terá que morrer num dia e voltar do cemitério no outro para dirigi-la. Como eu não sou agropecuarista, posso mandar a madeira, mas sinto que ou os pecuaristas de Vilhena têm medo, ou o presidente compra os votos para continuar comandando isso.
Para apimentar a festa, gostaria de saber quem ensina os locutores de rodeio a narrarem aquela festa?
Não consigo ver novidade. Ops! Nessa festa tinha um analista de montaria. Esta é uma novidade. Mas só.

segunda-feira, 7 de fevereiro de 2011

Crônica da Cidade Limpa

Tio Gaudêncio

− Vaaaannnndããããããooooooooo!?
Foi o grito ouvido de dentro da saleta, ainda meio escura, o dia ainda nem amanhecera completamente. Os móveis estremeceram, as janelas racharam, reboco tremeu.
A chuva caía com a vontade de uma tromba d’água, parecia mais um jato de bombeiro apagando um incêndio do que uma chuva. Ainda bem que o lixo estava todo agasalhado em sacos plásticos, separados para reaproveitar: lixo orgânico, plástico, papel; tudo em ordem. A rua limpinha, sem igual. A cidade era toda organizada, o bairro incomparável a qualquer outro: limpo.
− Se é no Brasil? Onde acha que seria? Na Suécia? Lá não há organização e limpeza parecida. Seria até uma covardia a comparação. − Em Cidade Limpa, isso mesmo Cidade Limpa, esse é o nome, tudo é perfeito: iluminação, os postos de saúde, as escolas, as calçadas, praças, estádio, pontos de ônibus, tudo é limpo. O estranho de Cidade Limpa é a ausência de um hospital. Não que não tenha condições, é a saúde da população que é perfeita, claro. Porque a educação funciona, a solidariedade existe, o respeito é praticado e a amizade é cultivada.
O grito era de alegria, pois a chuva não encontrou obstáculos e escoou facilmente, sem deixar ninguém preocupado com alagamentos ou outras destruições comuns, vistas na TV, como as do Rio de Janeiro, Porto Velho, etc.
−Vandão, como vocês conseguiram deixar esta cidade perfeita?
−Ah!, Eh!, Bem, vou direto ao ponto: meu tio chegou aqui, ele veio do Paraná, animado com a terra, ele dizia que era muito boa pra quase todo o tipo de lavoura. Como era muito organizado, resolveu propor pro prefeito, um sujeito safado, rapaz, uma maneira de manter a cidade limpa e bem bonita. O prefeito logo pensou como poderia arrancar um dinheirinho disso. O que ele não percebeu, seu moço, vê bem, foi que meu tio era honesto e muito querido.
Encurtando a história, ele chamou meu tio para o gabinete dele e veio com aquela conversa mole de que não pode por isso, por aquilo, mas que se meu tio conseguisse um jeito de mostrar, ensinar às pessoas o caminho para respeitar a natureza ele arrumaria um emprego para meu tio.
O tio Gaudêncio desconfiou da mão. Fingiu que aceitaria só pra ver no que ia dar. Na casa dele, falou com a família. Nesse dia eu estava lá, todo mundo fazia pamonha, era uma beleza, uma gostosura. Todo mundo ficou meio preocupado, mas concordou que o tio levasse o plano adiante.
O que eu sei do fim da história foi que ele saiu de casa em casa falando da possibilidade de se proteger e todos se protegerem tanto da natureza quanto daquele prefeito.
Não deu outra. O prefeito pediu os documentos do tio, ele meio bobão, acreditava nas pessoas entregou. Algum tempo depois um rapaz se dizia ser da justiça, era pro tio procurar o fórum que tinha um negócio feio pra ele.
Meu Deus, foi a maior burrada do prefeito. O tio foi, lá um cara, não sei quem, nem ele sabe dizer até hoje, disse que a prefeitura pagou não sei quantos anos de salário pra ele e ele nunca prestou serviço pro povo.
O veio era daqueles que quando cutucam ele, não vê mais nada. Pediu na hora pra provar. O moço trouxe uma papelama danada pra ele ver. Tinha tudo, seu moço, até assinatura dele recebendo o salário. Aí que veio o truque do veio: ele não sabia escrever nem o nome dele. Inclusive nos documentos estava escrito “NÃO ALFABETIZADO”.
O prefeito começou mal. A cidade estava um brinco. Tinha lascado com a vida do tio. Tudo corria a favor dele. Enquanto o tal do Ministério Público investigava, tio Gaudêncio resolveu estudar. Lembra que ele saiu de casa em casa? Pois é, nessa ele encontrou um professor que reclamava da falta de estrutura da escola, do salário, pra lhe ensinar. Em pouco tempo, o tio lia, relia, escrevia, reescrevia, fazia contas, calculava melhor que as maquininhas, como é que se chama? – CALCULADORA! – foi o grito do vizinho que ouvia minha conversa. Foi pro Supletivo, tirou diploma da quarta série, candidatou a prefeito, deu uma lavada naquele safado.
O resto, bem. Seu moço dá uma olhada na cidade. Usou certinho o dinheiro do povo. Não usou pra ele, usou para o povo.

quinta-feira, 27 de maio de 2010

O espírito literário nasce com o bebê


Wilson Rodrigues de Almeida*


Uma leitura emocionante, grudenta, pegajosa, fascinante é tudo o que procuramos. Como se não bastasse tudo isso, ainda procuramos uma leitura estimulante, animada, voltada ou relacionada ao nosso tempo, ao nosso cotidiano. Quantos personagens não nos vemos através deles? E quantas ações gostaríamos de modificá-las? Quantos romances, amizades cursos, casamentos não gostaríamos de interferirmos?

A leitura do livro "Fazedor de velhos" de Rodrigo Lacerda1 nos faz ver, sentir a emoção nos das personagens, nos faz viver o encontro entre a realidade e a felicidade. A emoção e a razão se confrontam do início ao fim da narrativa, e isto ocorre de forma envolvente, contagiante. O leitor parece viver junto com o narrador todas essas sensações.

A narrativa, que aparentemente, é uma renarrativa de várias narrativas clássicas: Os Maias, de Eça de Queiroz, o poema I-Juca Pirama de Gonçalves Dias, narrativas de José de Alencar, O Guarani, por exemplo, ela se apresenta como o estilo novo, despojado, criativo. A personagem protagonista, Pedro, é romântico, apaixonado, sensitivo, descreve todas as suas emoções, sofrimentos, amizades, primeira paixão aliada à sua primeira decepção. Mas o mais curioso, interessante, até enigmático é o encontro dele com a personagem que mudará eternamente sua vida.

Inicialmente, a obra não desperta, não aguça o interesse pela sua leitura, todavia, ela num processo gradativo envolve o leitor de forma a não permiti-lo o direito de interromper a leitura até o final deixando a sensação de "ah! Por que acabou?"

A personagem pertence à família de classe média alta, tem todas as regalias a que a categoria tem direito. O pai advogado, bem-sucedido, a mãe, professora de literatura na universidade. A responsabilidade pela educação e prazer à leitura ele atribui à mãe. Uma irmã, mais velha, que ele prefere não descrever muito, talvez porque é seja a história dele.

Fato relevante, que abandona a estrutura de renarrar, ocorre em época de férias. Os irmãos viajariam para a casa dos avós, mas no aeroporto, ele que ainda era menor é barrado por causa de apenas dois dias de vencido o seu, a sua autorização para viajar. Vê sua irmã embarcar, rir dele. Imagine a sensação de derrota, e a narrativa é construída com tal maestria, que parece vivermos a mesma sensação com a personagem.

Além disso, ele retorna, encontra solução e viaja, mas o que intriga o leitor é o modo como cria o enlace com o professor Nabuco. Ele de posse de um exemplar de Shakespeare parece chamar a atenção do professor que aproxima e diz ser o livro o toque de mestre, ou seja, o livro o envelheceu suficientemente para embarcar sem problemas.

A partir daí, a narrativa enfoca todo o sofrimento passional do narrador-protagonista, portanto, uma narrativa com enfoque absolutamente subjetivo e, talvez por isso podemos reviver toda a sensação de sofrimento dele.

A primeira paixão nasceu de uma amizade, por causa do cursinho pré-vestibular, mas acaba ali também e gloriosa, pois o professor Nabuco consegue falar por ele todo o sentimento do momento de despedida.

No quesito temporal, a narrativa segue a linha cronológica, embora o narrador esteja no início da sua idade adulta. Exemplificando, há desde a idade de criança, adolescência, escola, faculdade, o tempo que ele passa ao lado do professor Nabuco, é só conferir.

A narrativa dá um salto no tempo, vemos agora o narrador na faixa etária dos 25 anos e nos conta sobre sua adolescência e a entrada na vida adulta.

É curioso como os fatos se engrenam, parecem coisa de novela. O encontro com o Professor Azevedo o encaminhou ao Professor Nabuco que o encaminhou para a felicidade, parece um triângulo, se bem que o vértice é discutível, porque encontramos mais que um triângulo: o primeiro, vemos entre Pedro-Professor Azevedo-Professor Nabuco; o segundo vemos entre Pedro-Professor Nabuco-Mayumi (afilhada do professor e futura esposa de Pedro).

A partir desse contato, ele é levado ao máximo em suas leituras descobre a doença do professor, conhece a Mayumi, que também era discípula de Nabuco. Ela estudava neurologia na França. Sem apresentar os detalhes da narrativa, pois são todos subjetivos, ele enamora-se dela. Sofre a espera de 2 anos para casar, o professor morre, eles vivem na casa dele. O narrador descobre sua vocação: escritor e a esposa, a neurologista abre seu consultório e, desse casal nasce uma filha.

LACERDA, Rodrigo. Fazedor de Velhos. São Paulo, Cosac Naify, 2ª ed. 2008.

* Professor de Língua Portuguesa na Escola Maria Arlete Toledo em Vilhena/RO


sábado, 16 de janeiro de 2010

Roteiro de leitura

Roteiro de leitura

Silvia Sell Duarte Pillotto

Visual

Personagens

Como são? (Altos, baixos, magros, gordos, moreno, castanho, pardo, negro, branco, cabelos ..., olhos...)

Idade?

Espécie?

Vestimentas? Como se vestem? (comum, engraçado, moderno, antigo)

As roupas são coloridas, sóbrias, com textura, lisas?

As personagens utilizam objetos? Relacione

As personagens lembram alguém que você conheça?


 

Espaço/local

Como é o local onde se passa a história?

Na cidade ou no campo?

Numa festa?

A vegetação é abundante? Ou quase nada?

Em que estação do ano?

Como são as moradias?

As ruas?

As cores das casas e as texturas?

Que meio de transporte é mais utilizado?

Como ele é?

Você pode ver as moradias por dentro? Descreva como elas são.

Os móveis como são?

Os objetos, como são.

Este lugar lembra outro lugar para você?

Estilo

Personagens

Como são as vozes? Finas, grossas, lentas, pausadas, sérias, engraçadas, gírias, clássicas, de criança, de adulto, humana, animal (que tipo de animal?)?

Canta? Fala?

Objetos

Animais

Fabricados

Que som pode ser identificado? (carros, brinquedos, objetos de casa...)

Como são? Alto/baixo, grosso/fino, comprido/curto, abafado/estridente, rápido/lento

Naturais:

Vento, chuva, área, mar, trovão...

Instrumentais

Quais?

Como ouvimos?

Só? Em conjunto?

Oral/corporal/escrita

História:

Narrada? Dialogada?

Se dialogada: quem fala com quem?

É uma história de suspense, comédia, ação, drama, fantasia?

Fale dela.

Você conhece alguma semelhante?

Personagens

São calmos, agitados, briguentos, passivos, criativos?

Como se relacionam entre eles? Amizade, inimizade, desconfiança, segurança, inveja, amor, ódio?

As relações são estáveis ou instáveis?

Conhece alguém com as mesmas características? Quem?


 


 


 

sábado, 9 de janeiro de 2010

Ainda sobre a política suja

Quase todos os deputados de Rondônia na atual legislatura começaram campanhas antecipadas nas eleições passadas. Sem registrar nomes, há deputado que durante quatro anos, se menos em virtude do processo eleitoral, teve a máquina pública na mão para providenciar sua eleição. A máquina, sentido literal, o devop, deosp, der, sei lá que nome tem este órgão foi usado para convencer os moradores das zonas rurais do estado para levar os nomes de muitos deles.
O que esperar de um deputado que já entrou na ALE devendo ao governador? O que se pode esperar é que ele leia a cartilha do mandatário e faça tudo o que ele disser, como se estivesse em transe. Este, tudo deve se dizer, até relatar projeto de lei retirando direitos dos servidores sem ao menos saber de qual se trata. O chefe mandou, fazemos, depois a vê no que dá. Parece até peões de fazenda, desculpe. Peões de fazenda valem mais, são mais honestos, trabalhadores, responsáveis.
Há ainda aquele que muda de palanque para se manter sempre no topo. Não falo de deputado, falo de cidadãos que num período eleitoral fica, ou finge que fica, do lado de quem está mandando. Quando os Donadons tinham o poder em Colorado, Vilhena, estado, um cidadão estava sempre a tira colo, ultimamente está a tira colo do governador, adversário político dos Donadons. Outro, ao tempo em que Bianco fora governador, tinha tanta moral que em Porto Velho tinha trânsito no Getúlio Vargas, e olha que é de Vilhena. Desde que Cassol invadiu a governadoria ele invadiu também um cargo comissionado, mas já era servidor com carga horária semanal de 60 h, não sei como consegue cumprir o horário. Outro era puxa dos Gurgaczes, chegou a ser vereador pelo mesmo partido, pediu voto para o dono da Eucatur, mas hoje, aha, ele está com um cargo comissionado pomposo, é secretário de um negócio que até hoje eu não entendi para que serve. A única coisa que eu sei sobre a secretaria é que ela manda em todas as secretarias. A diretora de uma escola (que era puxa do Bianco) praticamente foi despejada da sua escola pelos professores e alunos, mas esse cidadão garantiu a dita cuja na escola e ainda ameaçou aos alunos de ficarem proibidos de entrar na escola. Qual é a dimensão do poder desse puxa?
Só espero que em ano eleitoral eu consiga mudar a opinião de pelo menos dez pessoas, não quero que votem em candidate que eu indique, ao contrário, que não votem em quem já está.

domingo, 3 de janeiro de 2010

Êta mundão veio, sô

Êta mundão veio, sô

O meu primeiro texto publicado neste blog tratou exatamente da banda podre da política, neste quero alertar os leitores para um fato que sempre houve, mas não com o mesmo retrato de agora: a campanha eleitoral antecipada. O processo ocorre desde o cargo mais alto até o de prefeito. É uma piada, de absoluto mau gosto. A frase já é um clichê, mas muito pertinente para o momento, porque os envolvidos em escândalos e mais escândalos de péssima administração se apresentam em obrinhas ou oferecendo espetaculozinhos para nos ludibriar.
Ver um show com bandas apagadas ou que estão no auge do momento é bom, mas ao descobrir quem patrocinou o espetáculo e ter uma reação de indignação é horrível. Reclamo que o nosso país é culturalmente empobrecido, fato verdadeiro. Imaginamos cultura quando proporcionada por artistas cultos, clássicos e, ainda quando se fala de artistas da literatura ou da música de reconhecido trabalho internacional, todavia quando se fala de um show com banda DJavu do Brasil, de Dj Maluco e Aladin! Aí não! Paciência tem limites! Pior ainda quando patrocinado por quem deveria estar preocupado em administrar o nosso dinheiro com zelo e respeito, pois cada centavo que entra nos cofres do governo é o sinônimo de que nele cada rondoniense trabalhou para que isso fosse possível.
Quanto custou aquela babozeira da praça no dia 03 de janeiro de 2010? Você, leitor amigo já se perguntou? Já ouviu este governante dizer que tínhamos crise e que este era um dos motivos para não melhorar salário dos trabalhadores que fazem as instituições deste estado funcionar? Como agora, em ano eleitoral ele aparece jogando dinheiro fora com estas porcarias de shows. Ah! Pelo amor de Deus, sejamos coerentes, um governante que passou todo o mandato tendo problemas com a justiça vem agora tentar nos enganar. Fiquemos espertos, pois o tinhoso se apresenta no formato mais belo para nos atrair para sua rede e nos lançar o mal, faço uma piadinha, mas é uma metáfora apropriada.
Alguém pode até dizer: algum governo fez mais obras do que este? A resposta, claro seria não. Mas há várias explicações: 1- somente ele teve mais que quatro anos para isso; 2- ele é sócio-proprietário (usa testas de ferro) das empreiteiras que mais trabalham para o estado. Ainda quer mais? A imprensa já noticiou várias vezes que 93% das obras realizadas no estado são feitas pelas empresas do governador. Esse talvez seja o maior argumento, há um motivo muito maior, não é construir obras, mas enriquecer-se.
Outra coisa: o arrocho salarial no estado é assustador. O número de pessoas que trabalham sem concurso ultrapassou o limite permitido pela ALE/RO em mais de 7 mil cargos. Hoje contabilizamos mais de 9 mil cargos sem concurso, é uma aberração, é um desrespeito para com paga para o estado funcionar.

Professor Wilson

terça-feira, 16 de dezembro de 2008

O uso do computador na sala de aula

O uso do computador na sala de aula

Lá fora a chuva cai. Em tempos passados essa seria somente uma vontade divina, mas no mundo da tecnologia, esta é só é mais uma ação da natureza, que pode ser porque o homem prejudicou o meio ambiente ao devastar a floresta. Esta ação contribui para uma discussão de como computador conectado à web transforma a escola e melhora a prática pedagógica. Posso ir à praia? Hoje não, os meteorologistas informam que a intensa quantidade de nuvens sobre região, provocadas pela força do calor dos últimos dias, resultado da queima da floresta, anunciam fortes chuvas, com possibilidade de granizo, e tempestades. Portanto é melhor ficar em casa, poderá ser necessária a sua ajuda para defender os vizinhos das enchentes. Só se pode ter esta informação porque há uma tecnologia (satélites artificiais) colaborando para isto.
O que se discute é como o computador revolucionou a educação, como transformou a escola. Não só o computador, mas outras ferramentas tecnológicas. O que antes se duplicava uma prova, chamado de mimeógrafo, agora se imprime e o antigo aparelho, que não é elétrico, demora e a cópia é simples, foi aposentado. O celular não pode servir de ferramenta pedagógica. Já pode ser utilizado sim, chegou a tecnologia 3G. O celular agora acessa internet como se não fosse um celular. Nos aparelhos atuais pode se instalar programas de edição, digitação e planilhas. É um computador de bolso.
A maior preocupação não é mais a presença dessa tecnologia a serviço da aprendizagem, mas se os professores estão preparados para utilizá-la. Os cursos de capacitação oferecidos não são por muitos devidamente aceitos. O que se espera é que o curso introdução a educação digital possa facilitar o trabalho e melhorar a qualidade do ensino.
Professor Wilson

segunda-feira, 17 de novembro de 2008

Trabalho com cartões

Comemorar aniversário, festas (dia das mães, dos pais, natal, ano novo) precisa ser bem-feito. Cartões, presentes, uma lembrança, mesmo que pequena marca o homenageado. A página da web: www.correiomagico.com auxilia na produção desta homenagem. O que é mais instigante é que esta página estimula a idéia a produzir com muito mais eficiência e beleza.
Os alunos pensaram nas festas de fim de ano e organizaram cartões para a data. Produziram os cartões, imprimiram e entregaram ou enviaram aos amigos da sala.
Foi prazerosa, não só pelo fato de produzir brincando, mas também pelo de se comunicar com amigos.

segunda-feira, 6 de outubro de 2008

A comunicação

A comunicação



O dinamismo presente na comunicação pode ser comparado ao da evolução humana. A comparação feita é referente ao modo como as pessoas se relacionam uns com os outros. A comunicação se expressa de variadas formas, conforme Moran (http://www.eca.usp.br/prof/moran/l_mudancas.htm) em situações interpessoais, grupais e sociais.
Ao afirmar isto sobre a comunicação é preciso discutir como ela se processa em cada situação. Nas situações (inter)pessoais encontramos a que funciona como elo elemento de conhecimento entre um e outro. E nesse momento separamos o nível da superficialidade e da profundidade. Caso o assunto da comunicação requeira uma distância em termos pessoais, podemos ter a comunicação inautêntica (Moran), e se for o contrário encontramos um processo chamado de autêntico (idem). Ainda nesse processo da comunicação encontramos aquele em que os dialogadores possam estabelecer a verdadeira comunicação pessoal: a do desabafo, aquela que estimula a extravasar, a que podemos considerar mais importante. A sua importância está relacionada no nível em que se encontra o diálogo.
Além desta encontramos também a grupal, cujo nome sugere a sua realização. Nela todos falam, ouvem, estabelecem o diálogo, se ajudam. Talvez seja um momento mais importante da comunicação, embora pareça que esta também se processa na comunicação interpessoal, na grupal ela se difere porque a intenção dela está pautada na diversidade de elementos.
Uma outra forma, não menos interessante é a social. Nesta podemos medir o valor da comunicação, conforme Moran, ela pode ser superficial ou profunda. Para ele a superficial ocorre na exterioridade das coisas, a outra contrariamente. E neste processo que percebemos a autenticidade do que somos do que podemos.
Diante do exposto o que se pode perceber é que não se concebe medir os níveis da comunicação enquanto realizamos o processo, até porque se fizer isto poderá prejudicar o momento da interlocução, uma vez que ela ocorre interpessoal, grupal e social.
Wilson

quinta-feira, 18 de setembro de 2008

Em tempos de eleição... vemos cada uma...

Em tempos de eleições, aliás, não sabemos mais quando não é ano eleitoral. Em 2006, para governador, etc., em 2008, prefeito, etc., em 2010, governador, etc., e assim a vida do povo que não suporta tanto barulho, desrespeito e outras do mundo eleitoral vai virando tudo na vida do eleitor. O desrespeito é interessante, oxalá ele existisse. Os candidatos dizem respeitar os eleitores, valorizarão o dinheiro do contribuinte, mas alguém já pediu para você eleitor se podia fazer um barulho chamado comício em frente sua casa? Se alguém pediu e você deixou, paciência, mas se não pediu e muito menos tenha consentido, embora a rua seja pública, mas o seu ouvido, não o é, você acredita em respeito por parte deste candidato?
Mais uma verdade: Como eles, os candidatos, conseguem tanto dinheiro para gastar em tempo eleitoral? Em troca de quê? Depois que estão lá no poder resgatarão este dinheiro, não achas?
Neste país belo, maravilhoso, gostoso de se viver e de um clima inigualável parece que o voto "direito" tem se tornado um "dever", pois há cada indivíduo pedindo o voto com proposta de maluco. Cuidado! Fique de olhos e ouvidos atentos para não cair nesta.

Um grande abraço.

terça-feira, 16 de setembro de 2008

Paralisação Nacional

O dia 16 de setembro, 30 dias antes do dia do professor parece realmente ser uma data defintiva para a paralisação nacional por uma educação de qualidade, com professores satisfeitos em termos de salários, carga horária sem escravizar, estrutura e ambiente de trabalhos adequados.
É assim que se espera de toda a sociedade, a compreensão de que toda a categoria está no sofrimento e sem o devido respeito, que já teve.
O respeito por exemplo da aplicação das leis: FUNDEB, PCCS de Rondônia, que fora aprovado em janeiro, mas até agora...

Agradeço sua leitura e sua compreensão.